Museu Emílio Goeldi

Nosso segundo dia em terras paraenses foi reservado para visitar o Museu Emílio Goeldi, um dos mais antigos  centros de pesquisa científica da amazônia. O lugar fica incrustado no centro de Belém e preserva em seu interior amostras da fauna e da flora da grande Amazônia.

O preço do ingresso custa R$ 2,00 e crianças com até 10 anos de idade entram na  “vasca”, os seja, pagam porra nenhuma. 

 

Vamos para a Wikipédia:

O Museu Paraense Emílio Goeldi é a mais antiga instituição pesquisa na região amazônica, localizado em Belém, capital do estado do Pará (Brasil), cujas atividades se concentram no estudo científico dos sistemas naturais e culturais da Amazônia, assim como na difusão de conhecimentos e coleções relacionadas à região. É reconhecido mundialmente como uma das mais importantes instituições de investigação científica sobre a Amazônia brasileira.

O Século XIX foi o auge das expedições naturalistas à Amazônia. Desde os primeiros anos, acorreram à região viajantes ingleses, alemães, franceses, italianos, estadunidenses e russos. A abertura dos portos em 1808, tornou o Brasil mais acessível aos viajantes naturalistas e artistas que vieram com grande entusiasmo para estudar e retratar a natureza amazônica.

Samaúma

Em 25 de março de 1871, o governo do Estado do Pará instalou, oficialmente, o Museu Paraense [1], sendo Domingos Soares Ferreira Penna designado seu primeiro diretor. Mas sua instalação foi precária. Faltava pessoal e apoio para as pesquisas. As coleções existentes acabaram se perdendo pelas más condições de conservação. A produção científica praticamente se resumiu aos próprios trabalhos de Ferreira Penna, sobre Geografia, Arqueologia e outros assuntos. Com a morte do naturalista, nos primeiros dias de 1889, o Museus ficou acéfalo e acabou sendo fechado.

Jacaré que habita o Museu Goeldi: 70 anos!

Na segunda metade daquele século, o enriquecimento da região, trazido pela exportação da borracha, propiciou a formação de uma “classe ilustrada”, em Belém, responsável por um movimento cultural que deixou marcas, até hoje visíveis, na cidade. A criação de associações culturais, jornais e partidos políticos; a frequente visita de naturalistas, artistas e aventureiros; o embelezamento e urbanização da cidade, fizeram de Belém a “Metrópole da Amazônia”.

Três ilustres republicanos foram responsáveis pela reabertura e reforma do Museu Paraense: Justo Chermont (o primeiro governador republicano), José Veríssimo (diretor da Instrução Pública e mentor da recuperação do museu, iniciada em 1891) e Lauro Sodré (governador a partir de 1893).

Influenciados pelo Positivismo (corrente filosófica que valorizava o saber como fato útil, prático e verdadeiro), esses homens perceberam a importância que o Museu Paraense – obra bastarda da Monarquia – poderia ter.

Um teco da floresta no centro da cidade.

Harpía

O passeio dentro desta instituição é recheado de surpresas, Iguanas soltas, passeando livremente pelo espaço, assim como, Cotias e Preás. O Museu Goeldi também encanta ao nos apresentar a famosa Harpia da Amazônia e a Onça pintada, além dos famosos Jacarés. Inclusive existe um exemplar deste animal vivendo no museu a 70 anos!!!!!!

O marco da aventura foi nos defrontarmos com uma Samaúma, das maiores árvores que existem no planeta.

Como não poderia ser diferente, uma visita “rápida” à livraria do museu. Compramos muitas coisas boas que depois, com tempo, postaremos aqui!

SAMAÚMA: A Samaúma é uma árvore frondosa, considerada sagrada para ao antigos povos “maia” e os que habitam as florestas.

Pertence às famílias bombacáceas. (Ceiba Pentandra Gaertn).

Consta que é nativa da América do Sul e África, onde atinge a desproporcional altura de setenta metros. Sem dúvida compondo, em conjunto, as mais altas de todas as árvores.

É comum que se destaque no meio das demais, como as castanheiras, atingindo 35 a 45 m. Sua copa ocupa uma enorme extensão porque seus ramos horizontais são longos e abundantes.

A SAMAÚMA é tida como a “Mãe da Floresta” pela altivez e pelo que se constitui. Chamam-na também de barriguda; sumaúma; samaumeira ou sumaumeira.

É também muito admirada por sua beleza natural, pelos mistérios que a cercam e pelas propriedades medicinais inexploradas.

Copa de uma das Samaumeiras que existem no museu.

Sempre é ligada às coisas da natureza. Na Amazônia, onde se encontra em extinção, é nome de cinco ilhas fluviais: no Tocantins, no Tapajós, no Uaupés, a do Cuminá e a do Curuá. Fonte: http://www.samauma.biz/

A famosa Vitória-régia!

O Jean ficou encantado com o tamanho da árvore, esta media uns 20 metros de altura e tinha pelo menos uns 15 métros de circunferência (posteriormente encontramos uma árvore maior ainda).

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