O grande Amazonas

Nosso primeiro dia, efetivo, na cidade de Belém foi consumido na aclimatação. Na noite de chegada, dia 04, literalmente rolamos na cama para tentar dormir e respirar. O calor e a umidade são intolerantes. Para as crianças uma cama sempre será uma cama e eles logo caíram no sono profundo da terra de Morfeu. Mas para nós, trintões aventureiros, a situação se agravou, o extress da jornada, e o ambiente desconhecido levam até mesmo o mais cansado dos homens a não sucumbir ao sono, permanecendo naquele maldito estado de alerta, nem dormindo nem acordado, coisa que ocorreu comigo e com Izabel. Ponto para o cérebro humano, guardião, de prontidão! Nos fodemos, mas tá valendo.

Dia 05, terça, depois do almoço (peixe), nos dedicamos a realizar um passeio relaxante, sem compromisso por algum ponto fundamental do turismo em Belém. A escolha foi um lugar chamado “Estação das Docas”, que fica localizado na foz do rio Amazonas, também conhecido como baía do Guajará (Guajará que por sua vez é o nome de uma árvore nativa, abundante por lá).

O lugar serviu durante séculos de porto e depósito, mas viveu nos anos 1990 do século passado uma transformação. No lugar de galpões e estaleiros instalaram uma orla turística, cheia de restaudantes, bares, sorveterias, postos de serviço e tudo o mais para agradar o bom turista.

Nos dirigimos para lá por volta das 16h, chegando a tempo de apreciar o por do sol (infelizmente nublado). Encontramos por lá um serviço de barco que oferece tipos diferenciados de passeios, alguns com preços muito elevados (até R$ 110), o que nos demoveu da ideia desta aventura.

Decidimos então apreciar uma cerveja, auto intitulada como a única manguaça artesanal da região, seu nome: “Amazon beer”. Eu tomei umas 4 (servidas em copos de choop). Muito boa, nota 8!! para ela. Na sequência pedimos uma isca de peixe (não recomendado, sem tempero, sal, nada). Pasteis variados (chamados de pastel paidégua), sorvetes de Cupuaçu, Taperebá… E por fim eu bati um Tatacá, uma comida indígena que é servida em uma cuia e traz goma, tucupi (suco extraído da mandioca), jambú (erva que adormece a boca), pimenta de cheiro e camarão.

Encerramos o primeiro dia vendo a noite cair, calma e silenciosamente diante da foz do grande rio amazonas. Sensacional!

PS: O músico “chimbinha” da banda de bnrega “Colapso” (huahuahauhau) estava duas mesas atás da gente, era s´[o o que nos faltava.

Notas para novo post: Samaúma: O dia 06 de julho vai entrar para a história dos meus dos filhos, Jean e Isabela, pois foi quando eles entraram em contato com um grande símbolo, uma excência da floresta Amazônica. E qual seria a excência? Do meu ponto de vista vos digo:  a excência da floresta pode ser resumida a uma única árvore, a Samaúma.

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